Músicas

Violência do Tempo

Rafael Figueiredo


A violência do tempo comum a todos transforma em fração
Tudo que já se quis pra tudo que se disse não
Logo a gente esquece do tempo e da prece para a redenção
E se perde de novo, no mundo bola de sabão

E você com seus clichês, fingindo que não vê
Convence as paredes do quarto e dorme tranquila
Nem pode perceber, que o amor adoeceu
E pouco resta em ti que seja teu

Tanto medo e mentira transformado em ódio sem sequer direção
E já não há sentido que nos leve de volta à razão
Tudo parece brinquedo mero devaneio estreito e vão
Pra quem se perde de si só sobra o pó, migalhas no chão



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